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| C A T Á L O G O |
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O ENCANTO DA LUA NOVA
ALONSO ALVAREZ Juvenil ISBN: 9788599629017 Formato: 13 X 19 cm Páginas: 144 Projeto gráfico: Alonso Alvarez |
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preço de capa: R$ 19,90
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LEIA: PRIMEIRO CAPÍTULO | OS PERSONAGENS
IMAGENS DA CAPA: FRENTE | 4ª CAPA | ABERTA SOBRE O AUTOR |
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a nunca imaginada aventura que viveram Turista e seus amigos ao encontrarem o 11º andar, que não existia no prédio, onde morava Annabel, a bela feiticeira, prisioneira de um encanto.
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SINOPSE |
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istura de lindura deslizante, de acontecências inesperadas, de sustos e nojos, de suspiros e palpitações aceleradas. De descobertas desimportantes, furadas, estalantes, pra ir juntando as peças do quebra-cabeça misterioso e navegar pela plena poesia.
Uma patota estranha, moradora num prédio sem 11.º andar, decide decifrar o que lá se escondia. Bate-papos, percepção da sexualidade explodente, cachorro poliglota, exageros nas invenções, encontros com mulheres-bruxas e mulheres-fadas, arrepios, transformações mágicas em personagens ou adereços de alguns livros, troca de opiniões e de sacações, elevadores quebrados, homenagens. Uma fusão do urbano de agora com o encantamento de sempre. Uma história sobre apetites. De descobrir, de comer, engolir, expelir, de devorar... De responder a cada curiosidade, se dar mal, se enfiar de cabeça na junção das emoções das histórias vividas e nas lidas. Uma história sobre cheiros, cores, procura de palavras, temores, querências, misturanças... De labirintos percorridos procurando proximidade com escritores – deuses, de bibliotecas mágicas e infinitas, com respostas para cada pergunta em algum dos livros que guardam para serem lidos ou relidos. Uma história dum estreante danado de talentoso, que cria diálogos ágeis, que tem humor, que sabe de livros e poesia e demonstra isso sem cara de aula chata, que não foge de palavras cabeludas e precisantes naquela conversa, que fisga o leitor, o deixa fissurado e sem sossego até chegar na última página... mas provocando para recomeçar de outro jeito. Uma história muito da bem armada, sem preconceitos, e um autor deliciante!! Uma estréia bem mexetiva!!! |
FANNY ABRAMOVICH Educadora e escritora, Fanny Abramovich tem mais de 35 livros publicados, dirigidos a professores, crianças e jovens. Entre os mais conhecidos estão Literatura infantil: Gostosuras e bobices, (pedagogia), Quem manda em mim sou eu, (juvenil) e Sai pra lá dedo-duro (infantil).
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Se você nunca fez nenhuma brincadeira mais picante com alguém, se nunca foi um pouco além daquele limite que os mais velhos impõem, se nunca riu do ridículo dos outros e de seus próprios atos ridículos, se não teve momentos de solidão e nem foi atormentado pela vontade de ser diferente, não leia este livro.
Ele foi escrito para pessoas que conseguem se divertir mesmo quando o mundo em volta é a maior chatice. E me diga: existe lugar mais chato do que um edifício cheio de proibições em uma grande cidade em que as pessoas não podem ter liberdade? Pois bem, este livro se passa em um edifício assim. Ou melhor: que era assim, pois um grupo de pré-adolescentes muda totalmente a forma de viver e de conviver. Eles não são seres especiais, mas jovens comuns que encontramos todos os dias, com os problemas típicos da idade mas também com grande gulodice pela vida. Com muita curiosidade. É a curiosidade que faz com que não aceitem as coisas como elas são. Neste mundo excessivamente realista que é o edifício, Alonso Alvarez cria um lugar utópico. Os personagens não precisam ir para o campo, para castelos, selvas ou outras cidades. Rompem com a monotonia da vida ao descobrirem um mistério. O porquê do prédio não ter um dos andares – o 11.º. Todos aceitam isso. Ninguém se incomoda com o fato de o elevador saltar do décimo para o décimo segundo andar. Mas os jovens acabam abrindo uma passagem, podendo assim freqüentar este espaço mágico e participar de experiências que serão definitivas em suas vidas: o contato com o maravilhoso e com perigosos textos. O mundo da fantasia e o da realidade se misturam, permitindo que eles se encontrem a si mesmos. E tudo isso é narrado em episódios muito engraçados. E esta é a grande qualidade do livro: o seu humor adolescente, escancarado, que não tem limites. Os inimigos dos jovens são os que levam a vida de forma rigorosa, definindo quais são os comportamentos corretos, julgando todo mundo. O vilão, como em todo prédio, é o síndico, sobre quem recaem as brincadeiras dos meninos, que riem de tudo, principalmente de suas próprias trapalhadas, por isso cada um tem um apelido original, arranjado pelos demais. Alonso cria os personagens de forma tão cativante que nos tornamos parte da turma, ficamos amigos de todos e queremos, com eles, ver o que se passa neste andar inexistente. Ler este livro é participar da mais genial das voltas ao mundo, esta que se faz mesmo em um quarto fechado, quando aprendemos a abrir brechas na realidade cotidiana. |
MIGUEL SANCHES NETO Miguel Sanches Neto é doutor em Teoria Literária (Unicamp – 1998) e professor de Literatura Brasileira na Universidade Estadual de Ponta Grossa (PR). Crítico literário da Gazeta do Povo (PR) e da revista Carta Capital, é autor de vários livros lançados pelas editoras Record e Bertrand Brasil, entre eles, "Chove sobre minha infância", "Venho de um país obscuro", "Herdando uma biblioteca" e "Um amor anarquista".
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m “O encanto da lua nova”, Alonso Alvarez explora o imaginário adolescente sem condená-lo a um severo olhar adulto, mostrando que às vezes o melhor é mesmo se deixar levar pelo desconhecido e, no caminho, fantasiá-lo sem limites.
A história gira em torno de um grupo de amigos que mora em um edifício que não tem o 11º andar. A partir daí, cria-se um cenário onde a curiosidade, agradavelmente delineada pelo bom humor juvenil, torna-se fundamental ferramenta para a incursão deles no fantástico universo que habita esse lugar-nenhum. Do apelido dos meninos à inclusão de diálogos do cachorro da turma, passando pelas picardias e paixões adolescentes, Alonso nos oferece uma prosa agradável, que nos leva a sorrir com frequência, desenferrujando a nossa capacidade de gracejar com a realidade. E o autor não lapida a linguagem, mantendo-a crua, coloquial e poderosa, o que nos aproxima dos personagens. Há também a graciosidade com a qual Alonso coloca em sintonia toda aquela farra boa de quando somos adolescentes com a curiosidade que também leva ao conhecimento. “O encanto da lua nova” coloca em pauta trechos de obras de grandes escritores, às vezes mencionados pelos próprios adolescentes. Ele criou um ambiente no qual a literatura tem um importante papel, de onde pipocam emoções desconhecidas, reconhecimento e muito mais vontade de manter a imaginação movimento. |
CARLA DIAS Escritora. Crítica publicada no blog "Livros, filmes e discos",
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uando Alonso Alvarez me enviou seu "O Encanto da Lua Nova", fiquei eufórica, por motivos óbvios: sou uma desconhecida e este blog é ainda um bebê. Logo senti-me privilegiada, por ter a oportunidade de ler seu livro... Seu emocionante livro.
Acho que sempre que ele presenteia alguém com seu livro, busca uma opinião, e decidi dar a minha publicamente. Não é uma opinião técnica, é uma opinião pessoal, emocional, afinal, cá neste blog os escritos são todos emocionais. O livro fala das mágicas aventuras adolescentes, do inconformismo com o comum e da aceitação de um mundo diferente. A história se passa em um prédio que não tem o 11º andar, onde um grupo de jovens vive as turras com o sindico, e assim que encontram a feiticeira Annabel, onde pensava- se nada existir, descobrem um mundo de sonhos e sensações, tudo naturalmente, como deve ser. O autor, Alonso Alvarez, não se preocupou em mascarar nenhuma expressão, mas se encarregou de trazer poesia, trechos de grandes obras, e grandes escritores para essa história, tão cheia de mistério e da certeza de que eles existem por um motivo muito especial. Entre um velho cego colecionador de livros e histórias e de um cachorro poliglota o "Encanto da Lua Nova" tem a vontade de continuar descobrindo a vida... E existe melhor maneira do que através dos livros? Desde as primeiras páginas, meus filhos de 3 e 4 anos acompanharam a leitura. Os apelidos, que no inicio pareciam nomes próprios chamaram a atenção do Neco, e como não poderia deixar de ser, vieram as perguntas: - Mamãe! por que Turista? Contra o quê? Treze? é gente ou número? Band-Aid? Ri? iiihhhh, ele deve viver rindo, igual você mãe! - Ha, ha, ha mãe! Lupioquê? - Eca! Beijo é? - Eu nunca vou beijar na boca! E quando eu vi o livro com enredo todo adolescente, era tão encantado e tão leve, tão simples e mágico, que sim, era compreensível para os pequenos. Não só compreensivel, é a medida exata do desenvolvimento, sem meias palavras, mas com toda a sensibilidade do mundo. Foram muitas noites, é verdade, afinal, foi uma história contada em partes, explicada em detalhes, até que depois da ultima frase: "Na imensa noite sobre a cidade, uma nuvem descobriu uma estrela." Veio a pergunta: - Mãe, eles continuaram sendo amigos? Se a Annabel, virou estrela, foi pro céu, o encanto acabou? - "Não filho, o encanto nunca acaba, tudo se transforma, nós é que nos esquecemos como viver pode ser maravilhoso!" Depois que disse isso, fiquei pensando se aquela conversa não era demais pro meu pedacinho de gente... quando ele disse: - Amanhã, quando eu abrir a janela vai ser dia lindo! Eles não haviam dormido ainda, e eu levantei pra apagar a luz quando a Nanda, como sempre, perguntou: - Mãe, Onde você vai? - Em lugar nenhum, vou apenas apagar a luz. - Posso ir junto? - Onde filha? - Em lugar nenhum! Junto com você! - Pode, pode sim filha! Quem sabe não encontramos uma feiticeira por lá! Luas e Encantos... Tempo e Poesia... Obrigada Alonso por tê-lo escrito! |
KAROLINE NOGUEIRA Texto publicado no blog "Um menina que voa", |
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LEIA O PRIMEIRO CAPÍTULO No READOZ Em HTML |
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![]() OBRA ALTAMENTE RECOMENDADA (AR-2006/FNLIJ) ![]() Selecionado pela FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil) para participar do catálogo e da 43rd Bologna Children's Book Fair 2006 60ª Reunião Anual da SBPC NARRATIVA INFANTO-JUVENIL BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA: MÚLTIPLAS FACES DO MERCADO EDITORIAL por Nathalia Costa Esteves e Alice Áurea Penteado Martha "Os livros revelam projeto editorial apurado, os textos, criativos, cativam seus leitores. A literatura infanto-juvenil, notadamente, a que recebeu a láurea da FNLIJ, objeto deste estudo, deixou de ser considerada um subgênero da literatura e se tornou modelo de qualidade literária e artística que tanto buscamos nas produções." | Clique para ver o estudo completo | Obra selecionada para acervo das Bibliotecas do Estado de São Paulo, pela Secretaria de Estado da Cultura - Unidade de Fomento e Difusão de Produção Cultural / Centro de Bibliotecas - 2009 |
PRÊMIOS & SELEÇÕES |
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José Paulo Paes, escritor |
arra com fluência, cria caracteres com vida própria e, pela propriedade com que desenvolve a efabulação, consegue manter desperto o interesse do leitor.
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Lêdo Ivo, escritor |
Encanto da Lua Nova é uma operação de sedução. Ironia e magia caminham juntas nesta fábula de transgressão, que me envolveu e me divertiu.
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Alonso Alvarez nasceu em São Paulo, capital. É editor da Ficções Editora. Em 1985 criou e fundou a artepaubrasil. Editou grandes escritores como César Vallejo, Nicolás Guillén, Fernando Pessoa, Jorge Luis Borges, Augusto de Campos, Manoel de Barros, Paulo Leminski, entre outros. Com a coleção ptyx, em 1991, ganhou o Prêmio Jabuti de Melhor Produção Editorial. Publicou o livro Hé - Haikais, com Camila Jabur, e ilustrou o livro infantil A lua no cinema, de Paulo Leminski. Venceu o II e III Encontro Brasileiro de Haikai, 1987 e 1988, da fundação Aliança Cultural Brasil-Japão. Participou dae várias antologias, entre elas: 100 haicaístas brasileiros, editora Aliança Cultural Brasil-Japão, 1990. Antologia do haicai latino-americano, editora Aliança Cultural Brasil-Japão, 1993. Antologia da nova poesia brasileira, editora Hipocampo, org. Olga Savary, 1992. O autor no: Os olhos do lago - haikais Site do livro Outras obras do autor:
HÉ - Haikai, com Camila Jabur. (Esgotado) A lua foi ao cinema, Paulo Leminski / ilustrações: Alonso Alvarez. (Esgotado) ![]() A PAIXÃO DE A E Z - UMA HISTÓRIA DE AMOR NO ALFABETO, com ilustrações de Marcelo Cipis, pela Editora Peirópolis. Lançamento 2010. ESTRELAS MADURAS, com ilustrações de Erica Mizutani, pela Editora Ficções. (No prelo) |
![]() O AUTOR |
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| FICÇÕES - Porque a vida não basta |