Home Catálogo Editora Na mídia Originais Lista de preços Escritório do editor Contato Compra de livros Escritório do editor Escritório do editor Fricções Siga a Ficções no Twitter
Ficções Editora
C A T Á L O G O

Laputa
Sátira ao ano cruel de 1972

José Antônio de Souza

Romance

ISBN (PAPEL): 9788562226175
Formato: 16 X 23 cm
Páginas: 384
Ano: 2014
Peso: 600 gr
Projeto gráfico: Alonso Alvarez
Ilustração da capa: Detalhe da pintura The Pilgrim, 1966, de René Magritte

Capa

Comprar já!

IMAGENS DA CAPA: FRENTE | 4ª CAPA | ABERTA
SOBRE O AUTOR

Bookmark and Share




Leia um trecho do livro
Em PDF





Era bancário e muito triste e às vezes amanhecia gripado. Tinha uma gravata de estimação que ia ao banco sozinha quando ele não comparecia."

Ao assistir a um espetáculo em circo chinês, o rapaz colabora com o ilusionista em um número de palco e ganha dele a gravata mais o ensinamento de alguns truques para divertir os amigos; com isso ele adquire certa perícia nas mágicas e transforma a gravata numa datilógrafa de sucesso no expediente da Matriz. Batizada de Laputa, a gravata se torna a tira de pano mais conhecida do sistema bancário.

Papéis estranhos ao serviço são encontrados entre os documentos do banco numa caixa requisitada ao Arquivo Morto, para o qual o rapaz havia sido desterrado por participar de uma greve. Chamado a explicar o aparecimento dos papéis em que Laputa faz uma espécie de crônica satírica da vida bancária e mundana, o escriturário nega sua autoria, desse modo dando início à investigação sobre quem teria sido o verdadeiro autor dos avulsos. A história se passa em 1972, no auge repressivo da ditadura, e transcorre num mês de sucessão interna no banco estadual, quando se fala da possibilidade de um funcionário de carreira ser nomeado presidente da organização. Faz-se um paralelo crítico da escolha do mandatário no Planalto e na casa bancária. Assim como é na instância mais alta, assim é embaixo. A analogia com o Reino de Laputa, das Viagens de Gulliver, não é mera coincidência.

O romance de José Antonio de Souza se desenvolve por meio de duas narrações: a de um autor anônimo e a dos textos de Laputa.

SINOPSE



A HISTÓRIA SE PASSA EM 1972, NO AUGE REPRESSIVO DA DITADURA


Guia da Folha / Reprodução


GUIA DA FOLHA
Luiz Bras



TRATA-SE DE UMA SÁTIRA BEM URDIDA


PQN / Reprodução


PQN - Revista
Dinorah Carmo



UMA OBRA ÍMPAR, RECOMENDADA AO GOSTO DO MAIS SIMPLES AO MAIS EXIGENTE LEITOR


Laputa revela com riqueza de detalhes a experiência do autor na atividade bancária que exerceu durante parte de sua juventude em um banco mineiro. Mas o faz com fina ironia e humor inteligente numa narrativa que transborda competência no domínio da linguagem e com diálogos que demonstram o talento do autor na técnica dramatúrgica. Mas Laputa vai além da rotina tempestuosa de uma instituição financeira estatal onde se disputa o poder entre facções envolvidas em fraudes e desmandos: ao mesmo tempo, faz-se uma crítica contundente ao regime ditatorial prevalente na época, com seu tráfico de influência e autoritarismo exercidos pelas forças armadas que capetaneavam o regime no anos de chumbo. Entre o realismo do cotidiano da trama bem urdida, Laputa, o personagem inanimado que ganha vida e consciência próprias, pervade a narrativa com textos quase surrealistas nos quais também dá vida a papel e móveis, faz considerações críticas e se diverte com as traças enciclopédicas que devoram conhecimento.

A narrativa excita a imaginação, incita a curiosidade e obriga a leitura continuada na busca do desfecho inusitado.

Parabéns, meu caro!

Jota Dangelo


OPINIÃO




José Antônio de Souza escreveu para o teatro: Mal Secreto, O Cavalo na Montanha, Crimes Delicados, Oh Carol, Pássaro da Noite, Espartilho, entre outros textos. Dirigiu Brecht, Shakespeare, Suassuna, Odets, Synge, Sartre, Ferreira Gullar-Vianinha, Machado de Assis e outros autores. Escreveu o livro de ensaios Um demônio que ruge e um deus que chora (giostrieditora). Para a TV Globo escreveu a minissérie O Portador, co-adaptou Grande Sertão: Veredas, Rabo de Saia, entre outros trabalhos. Paixões Alegres, seu romance de estreia, foi finalista do Prêmio Nestlé de 1997.

Outro livros do autor:
Paixões alegres - Editora Globo (Esgotado)
Um Demônio que ruge e um Deus que chora - Editora Giostri
Teatro em movimento - Editora Giostri

O AUTOR

Reprodução




PARA COMPRAR ESTE LIVRO

Escolha uma opção abaixo.



PAGUOL / FICÇÕES EDITORA
Compra direta com a editora: frete grátis e envio imediato! Clique no botão ao lado: rápido, fácil e seguro!



Clique aqui para comprar no Submarino

Clique aqui para comprar na Americanas

Clique aqui para comprar na Livraria Cultura

Versão E-Book na Saraiva

Clique aqui para comprar na Livraria Travessa

Clique aqui para comprar na Livraria Martins Fontes





Na Praça da Sé, SP


TAMBÉM NAS MELHORES LIVRARIAS
Ou encomende em qualquer livraria.



Versão E-Book na Apple

Versão E-Book na Saraiva

Versão E-Book na Amazon

Versão E-Book na Kobo

Versão E-Book na Livraria da FOLHA

Clique aqui para comprar na Livraria Travessa


VERSÃO DIGITAL (E-BOOK)



VOLTA SOBE
FICÇÕES - Porque a vida não basta